Enquanto o gabinete da prefeitura de Pauini parece viver em uma realidade paralela, o povo respira poeira ou afunda na lama. Recebemos uma denúncia grave que mostra o retrato fiel da gestão de Renato Afonso: ruas transformadas em armadilhas e um descaso que beira o crime contra a dignidade do cidadão.
As imagens que chegam à nossa redação não deixam dúvidas. Um caminhão carregado de materiais de construção, símbolo do esforço de quem tenta edificar um sonho, acabou atolado e abandonado à própria sorte em uma das vias do município. É o “atoleiro do descaso” travando a vida de quem quer trabalhar e construir.
DE PROMESSAS A PÉS NA LAMA
Onde estão as máquinas? Onde está o asfalto prometido? Na época da eleição, o que não faltava era sorrisos e promessas de “transformação”. Hoje, o que se vê em Pauini são moradores plantando bananeira em buracos e veículos servindo de estátua no meio da rua.
A população está no limite. Não se trata apenas de estética urbana, trata-se de segurança e respeito. Como passa uma ambulância? Como transita o idoso ou a criança que precisa ir à escola?
GESTÃO DE FACHADA
O prejuízo não é apenas logístico, é financeiro. Cada veículo quebrado e cada obra parada por falta de acesso é dinheiro saindo do bolso do contribuinte, que paga seus impostos para ter, no mínimo, o direito de ir e vir garantido.
Prefeito Renato Afonso, o povo de Pauini cansou de “banho de lama” forçado. A prefeitura precisa sair da inércia antes que o município inteiro desapareça sob o barro da incompetência administrativa.
O Chumbo Grosso está de olho! Em Pauini, a gestão parece ter esquecido que governo se faz no trecho, atendendo o povo, e não apenas em gabinetes refrigerados longe da realidade das ruas.
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