Vergonha na estreia: CBF prioriza balcão de negócios e esconde garotos para proteger Neymar

Esse mesmo técnico ja boicotou Endrick.

Endrick e Rayan podem sinalizar o futuro da Seleção Brasileira - Fotos: Rafael Ribeiro / CBF

O empate do Brasil contra o Marrocos na noite de domingo, em Nova Jersey, foi um verdadeiro soco no estômago do torcedor. Dizer que a Seleção não perdeu é o único “consolo” de uma noite em que o futebol brasileiro sequer flertou com a vitória. O que se viu em campo foi um vexame completo: erros individuais brosqueiros, uma desorganização coletiva assustadora e uma apatia crônica que nem a leve melhora no segundo tempo conseguiu disfarçar. O desempenho é alarmante.

Mas o buraco é bem mais embaixo, e o verdadeiro crime foi cometido no banco de reservas.

O Boicote à Nova Geração

Deixar Rayan e Endrick mofando no banco não foi apenas um erro tático; foi uma aberração. Bastidores fervem com a informação de que há uma interferência direta e escusa para frear o brilho dos jovens talentos. O motivo? Um medo covarde de que a molecada ofusque as “estrelas” intocáveis da companhia.

O diagnóstico é claro: A CBF e seus patrocinadores parecem mais preocupados em manter Neymar — hoje um jogador quebrado e de vidro — como o garoto-propaganda vitalício do que em renovar o futebol brasileiro.

O Jogo de Interesses

Enquanto o mundo do futebol exige renovação, velocidade e fome de bola, a cúpula da Seleção insiste em priorizar o departamento de marketing. Virou um balcão de negócios onde o foco está em manter contratos comerciais inflados, mesmo que isso custe o futebol da Seleção Brasileira.

Se a comissão técnica continuar refém de patrocinadores e blindando quem já deveria ter cedido o espaço, a Copa do Mundo será um fiasco histórico. Chega de insistir no passado por pura ganância. É hora de soltar os garotos, ou o Brasil vai passar vergonha no maior palco do mundo.

 

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