A senadora Damares Alves contou ao colunista Igor Gadelha, do Portal Metrópoles, que deixará a campanha de Flávio Bolsonaro. Sob o argumento de ataques, Damares prepara o que seu time tem chamado de golpe final contra o filho 01 de Jair Bolsonaro.
Ela e sua equipe, capitaneada pela advogada Cristiane Brito, advogada do Republicanos que recebeu R$ 250 mil de Damares no período eleitoral, Viviane Pitinelli, Tatiane Alvarenga, Flávio Gusmão, conhecido jornalista que trabalhou nos governos lulopetistas, e Lucas Camargos, militante da causa LGBTQIA+, estão atuando nos bastidores para encontrar ou fabricar, com inteligência artificial, um vídeo íntimo de Flávio Bolsonaro. A grande mídia já começou a falar sobre isso por meio da coluna de Bela Megale. De acordo com duas fontes diferentes de Brasília, Damares teria dito que pagaria até R$ 500 mil por um vídeo nítido de Flávio Bolsonaro.
Antes de anunciar a saída da equipe do plano de governo de Flávio Bolsonaro, Damares Alves fez uma ligação que ela não esperava que viesse à tona. Determinou que sua equipe, com auxílio de outra parlamentar, procurassem o ex-governador Anthony Garotinho. Queria o vídeo da “Noite das Astronautas”. Acuse daquilo que voce faz. Uma estratégia marxistia usada por Damares, tendo em vista que um vídeo em 2020 assombrou seu Ministério. O título era: ¨A minhoca gigante no rostinho delicado¨.
A informação não é boato. O próprio Garotinho confirmou publicamente, em seu podcast “Pode, Garotinho?”, que “senadoras” próximas a Michelle Bolsonaro pediram a ele acesso ao material — imagens de uma festa atribuída ao banqueiro Daniel Vorcaro, guardadas sob sigilo na sala-cofre do STF. Apuração deste colunista, com mensagens obtidas com um delegado de polícia ligado ao ex-governador.
O jornalista Derick Fernandez, do Diário 24 Horas, disse que Damares já o acionou para destruir a imagem do líder do PL, Sóstenes Cavalcante. A senadora também atuou de maneira semelhante nos bastidores para atacar a reputação do senador Magno Malta e do deputado Marco Feliciano.
Feliciano, quando descobriu os ataques contra sua vida pessoal feitos por Damares Alves, chorou de joelhos, entristecido, na sala da casa deste jornalista, na QL 22, Conjunto 4, casa 7, no Lago Sul.
O timing não é acaso. Dias depois de mandar procurar Garotinho, Damares anunciou publicamente que deixava a equipe que ajudava a formular o plano de governo de Flávio Bolsonaro, alegando ter sido “atacada diretamente pelo time da direita”. A pergunta que fica é: ela saiu por ter sido atacada ou porque a busca pelo vídeo já não tinha mais como ser escondida?
Esse artigo é do jornalsita Oswaldo Eustáquio da Gazeta Popular.





