O xadrez político do Amazonas virou um verdadeiro hospício de conveniências, mas a matemática do desespero já começou a ser rodada nos bastidores do grupo de David Almeida! Com a debandada de aliados históricos, o isolamento político e a previsão de uma derrota acachapante ainda no primeiro turno, o prefeito de Manaus se vê encurralado contra a parede.
As portas estão totalmente fechadas: David não tem a menor condição política de pedir votos para Maria do Carmo (PL) e muito menos de dar as mãos para Roberto Cidade (União Brasil). As pontes foram queimadas, os pontapés públicos já foram dados e a rejeição recíproca é irreversível.
Aí vem o pesadelo: sobram apenas as garras de Omar Aziz (PSD). Para quem já trocou farpas públicas, culpou o ex-aliado em tom dramático e jurou independência, subir no palanque de Omar no segundo turno para não ficar no vácuo seria o atestado definitivo de “mentiroso contumaz”. Seria o vexame supremo diante do povo amazonense, engolindo o próprio cuspe ao vivo em horário nobre!
A ÚNICA ‘SALVAÇÃO’ PARA EVITAR A HUMILHAÇÃO PÚBLICA
Nos corredores da política, a fofoca é uma só: a única e desesperada esperança de David Almeida para não passar esse carão histórico é torcer para que o segundo turno seja disputado EXCLUSIVAMENTE entre Maria do Carmo e Roberto Cidade!
Caso a polarização afunile entre o PL e o União Brasil, David poderá finalmente vestir a carapuça do derrotado, se esconder no gabinete e assistir ao pleito de pijama em casa, alegando “neutralidade”. Seria o único cenário em que ele escapa do pesadelo de ter que abraçar Omar Aziz em cima do palanque com o sorriso amarelo de quem vendeu a alma para não ficar sozinho.
A casa caiu, os padrinhos pularam do barco e o desespero agora é saber qual tamanho terá a vergonha!





