Soleimani foi assassinado em um ataque de drones dos EUA no Iraque na sexta-feira por ordem do presidente Donald Trump.
O líder supremo do Irã, o aiatolá Khamenei, liderou orações e, a certa altura, foi visto chorando.
O Irã prometeu “vingança severa” pela morte de Soleimani e no domingo retirou-se do acordo nuclear de 2015.
Soleimani, 62 anos, chefiava a força Quds de elite do Irã e foi encarregado de proteger e aumentar a influência do Irã no Oriente Médio.Sua carreira o viu apoiar o presidente da Síria, Bashar al-Assad, no conflito civil do país, ajudar o grupo militante xiita Hezbollah no Líbano e guiar grupos de milícias iraquianas contra o Estado Islâmico. Soleimani foi aclamado como herói nacional no Irã e amplamente considerado o segundo homem mais poderoso do país, atrás do líder supremo Khamenei. Os EUA o viam como terrorista, e o presidente Trump disse que Soleimani planejava ataques “iminentes” a diplomatas e militares dos EUA.





