O cenário político amazonense não está diante de um erro de cálculo, mas de uma operação de guerra de narrativas. O Chumbo Grosso mergulhou nos bastidores para entender por que o Instituto Veritá decidiu “ignorar” a realidade das ruas e fabricar um primeiro lugar para Maria do Carmo que nenhum outro instituto sério consegue enxergar.
A Estratégia da “Profecia Autorrealizável”
Nossas fontes revelam que o real motivo dessa aberração estatística tem nome e sobrenome: viabilização forçada. Ao escancarar dados absurdos e inflados, o grupo político que gravita em torno de Maria do Carmo tenta criar uma falsa sensação de favoritismo para atrair aliados e pressionar por composições de chapa.
A intenção é clara: usar números de “ficção científica” para tentar transformar uma candidatura estagnada em algo relevante no tapetão das negociações.
O Jogo das Suplências e Vices
A investigação aponta que o “teatro” dos números serve como moeda de troca para as ambições de Alessandro Bronze e seu sócio, Carlito de Carlis. Segundo fontes seguras, o objetivo de inflar Maria do Carmo é fortalecer a posição do grupo para garantir cadeiras estratégicas.
A movimentação visa consolidar Bronze como suplente na chapa do Capitão Alberto Neto (PL) ao Senado.
Ao mesmo tempo, tenta-se empurrar Carlito de Carlis como o vice “natural” de Maria do Carmo, criando uma bolha política que só existe no papel timbrado da Veritá.
Marketing, Não Pesquisa
Trocar o partido de candidatos e ignorar o cenário nacional não são amadorismos, são táticas para isolar Maria do Carmo em um vácuo onde ela parece ser a única opção viável. O povo do Amazonas sabe ler entre as linhas: quando o dado é bom demais para ser verdade e o instituto tem histórico de suspensões, a “pesquisa” nada mais é do que um panfleto eleitoral travestido de ciência.
O Chumbo Grosso segue vigilante. O eleitor não é mercadoria e a democracia não aceita “milagres” encomendados.
ESPAÇO ABERTO:
O Chumbo Grosso, prezando pela transparência e pelo direito de resposta, deixa este espaço à disposição de Alessandro Bronze, Carlito de Carlis, Maria do Carmo e do Instituto Veritá para que esclareçam os pontos levantados por nossas fontes e a discrepância técnica dos dados apresentados.
Texto: Ronaldo Aleixo – Chumbo Grosso.
Imagem: Rede Social. Montagem/Chumbo Grosso. O empresário não tirou foto com Alberto Neto e Maria.





