A máquina de propaganda ligada à Prefeitura de Manaus e ao seu “chefe oculto” da comunicação, Jack Serafim, passou vergonha nos últimos dias. Em uma tentativa desesperada de inflar um prestígio que não possui, a rede de portais alinhada ao município tentou vender a ilusão de que o grupo de David Almeida foi o “responsável” pela nomeação de Marco Aurélio Choy como novo desembargador do TJAM.
É molecagem com a inteligência do cidadão. Para desmontar essa farsa de internet, basta dar um choque de realidade com fatos, leis e matemática:
- Jack Serafim não manda na caneta do Governador
A lei é clara e não dá margem para palpite de assessor municipal: o Quinto Constitucional é decidido exclusivamente pelo Governador do Estado, Roberto Cidade. Nem o prefeito de Manaus, nem seus estrategistas de comunicação têm direito a um único voto ou qualquer gerência no Palácio da Compensa. Fingir que o grupo da prefeitura “articulou” essa vaga é um delírio que tenta roubar a prerrogativa que é do governador. - A mentira cai diante dos números
Se o grupo de Jack Serafim tivesse a força que finge ter nas redes sociais, o resultado das urnas teria sido outro. Choy foi nomeado por critérios políticos estaduais e por seus próprios méritos jurídicos, porque se dependesse de voto direto, o cenário era completamente diferente:
- OAB-AM: A grande vencedora das urnas entre a advocacia foi Giselle Falcone, a mais votada do estado com 2.214 votos. Choy ficou atrás. Inclusive, a preferida dos advogados sequer passou da fase do Tribunal.
- TJAM: Na votação dos desembargadores para formar a lista tríplice, quem liderou foi Grace Benayon, com 21 votos. Choy ficou em segundo lugar, com 20 votos.
Conclusão: Surfe na onda alheia
A verdade nua e crua é que Jack Serafim e seus portais amestrados tentaram a velha tática política de “ganhar a paternidade de filho bonito”. Como Choy é um nome pesado, respeitado e já venceu a disputa, a comunicação da prefeitura correu para postar que a vitória era deles.
Não é. É apenas fumaça, marketing barato e a mais pura mentira de quem tenta simular um poder que não tem.






