Durante anos, a BR-319 foi utilizada como uma promessa conveniente em épocas de eleição. Promete-se o asfalto definitivo, celebram-se editais em Brasília e tenta-se transformar o que deveria ser um direito do povo amazonense em um mero palanque eleitoral. É exatamente esse o tipo de política que Eduardo Braga representa ao tentar faturar politicamente em cima de anúncios que, na prática, não passam de uma maquiagem para tentar enganar o eleitor às vésperas da votação.
A prova dessa mentira eleitoreira está nos próprios documentos do Governo Federal. O que foi contratado pelo DNIT não é a tão sonhada pavimentação definitiva em concreto asfáltico, mas sim um paliativo: o Tratamento Superficial Duplo (TSD). Na prática, trata-se de uma fina camada de brita e piche jogada sobre a terra para contornar exigências ambientais. Qualquer pessoa que conhece a Amazônia sabe que essa “casca de ovo” não resiste aos invernos rigorosos da região e se dissolve no barro em pouco tempo.
Por outro lado, o ex-governador e pré-candidato ao Senado, Wilson Lima, assume a postura que o Amazonas precisa: a da coragem de falar a verdade. Enquanto seus opositores vendem o ilusionismo do asfalto pronto, Wilson Lima vem a público com dados e clareza técnica para desmascarar o jogo político e expor a fragilidade do que está sendo feito.

Enquanto uns usam a rodovia como cabo eleitoral a poucos meses da eleição, Wilson Lima se destaca por defender a dignidade do povo com transparência, combatendo falsas promessas e exigindo soluções definitivas e sérias para tirar o Amazonas do isolamento.
Texto: Ronaldo Aleixo/Rubson Madeira/Felipe Jr/Ageu Pontes/ Grupo Cobras da Direita.





