O psiquiatra Augusto Cury, pré-candidato do Avante à Presidência, resolveu chutar o balde da polarização que paralisa o país e mandou um recado direto, sem curva, para a Casa Branca. Cury subiu o tom contra o novo “tarifaço” imposto pelo presidente americano Donald Trump e exigeu que o Brasil pare de abaixar a cabeça, defendendo uma resposta à altura: reciprocidade na bala.
“Dependemos dos Estados Unidos, mas eles dependem do Brasil quase que em igualdade de importação e exportação. O Brasil tem que ter soberania, não pode se colocar como pequeno servo no tabuleiro das nações!”, disparou o pré-candidato.
Para Cury, a diplomacia do “sim, senhor” acabou. Ele bateu na mesa e cravou que o país precisa se fazer respeitar pelo tamanho da sua história e do seu povo, exigindo que o Brasil ocupe a mais alta estatura no cenário internacional, em vez de aceitar o papel de capacho de superpotência.





