NOVA JERSEY – O mundo do futebol voltou a se curvar diante da Espanha. Em uma exibição de gala e domínio absoluto, a seleção espanhola venceu a Argentina por 1 a 0 na prorrogação e faturou o bicampeonato da Copa do Mundo. O placar magro não reflete o massacre que se viu em campo: foi um verdadeiro bombardeio da Fúria, que precisou de 20 finalizações para furar a muralha de Dibu Martínez.
O gol do título saiu logo aos 42 segundos do segundo tempo da prorrogação. Após massacrar o rival durante os 90 minutos regulinares, Ferran Torres recebeu dentro da área e soltou um chutaço de canhota, estufando as redes e consagrando o futebol de posse e agressividade comandado por Luis de la Fuente.
O Jogo: Domínio Amassante
A Espanha mandou no confronto do início ao fim. Com 62% de posse de bola e uma troca de passes cirúrgica (831 passes totais), a Fúria sufocou os atuais campeões mundiais. A Argentina de Lionel Scaloni foi completamente inofensiva: terminou a partida sem acertar sequer uma finalização na meta defendida por Unai Simón.
Os Números do Massacre:
- Finalizações: Espanha 20 x 2 Argentina
- Chutes no Gol: Espanha 12 x 0 Argentina
- Defesas: Dibu Martínez 11 x 1 Unai Simón
Desespero Albiceleste e Festa Espanhola
Nos minutos finais, a Argentina tentou o tudo ou nada na base do abafa. Giuliano Simeone teve a chance do empate aos 15 minutos do segundo tempo extra, mas mandou para fora. No apito final, os ânimos exaltados resultaram em um princípio de confusão generalizada no gramado, reflexo da frustração argentina.
Com o apito final, a Espanha celebra sua segunda estrela histórica, enquanto a Argentina amarga o seu quarto vice-campeonato mundial.
O que achou desse tom mais agressivo e focado nos dados do atropelo? Se precisar ajustar algum destaque, é só avisar!
Texto: Ronaldo Aleixo.





