⚡ BASTIDORES: A “Guerra” na Delegacia Geral foi o xeque-mate que levou o Delegado para as grades
Muitos viram o vídeo do delegado Fabiano Rosas rendido pela ROCAM, mas o que o Chumbo Grosso traz agora é a peça que faltava nesse quebra-cabeça: a queda começou antes das algemas, dentro do pátio da Delegacia Geral (DG).
🛡️ O Erro Fatal: mexer com a “vespa” errada
O destino de Rosas foi selado quando a delegacia geral permitiu — ou ordenou — que o aparato de elite da Polícia Civil fosse usado para intimidar um Policial Militar após uma briga de trânsito banal na Torquato Tapajós.
Fontes exclusivas revelam que a agressão ao PM (com nariz fraturado e celular destruído) dentro de uma unidade policial foi vista pela cúpula da Segurança Pública como uma declaração de guerra desnecessária e um exemplo cristalino de abuso de poder.
🔗 A Relação: Da Intimidação à Prisão
A conexão é direta:
O Abuso Exposto: A truculência contra o militar na DG gerou uma revolta imediata na Polícia Militar e uma pressão insustentável sobre a Corregedoria.
O Fim da Blindagem: O comportamento “acima da lei” no episódio do trânsito serviu de prova real para as suspeitas que já pairavam sobre o delegado no esquema de extorsão no Porto de Manaus.
A Resposta Rápida: A agressão ao soldado foi o “estopim” que fez com que a ordem de prisão por sequestro e roubo de carga fosse executada sem qualquer hesitação. A ROCAM não foi apenas prender um suspeito; foi dar uma resposta institucional a quem achava que o distintivo servia para amordaçar outras forças.
🕵️♂️ O “Round” Final
Se na quinta-feira agentes da Civil cercaram um PM, no mesmo dia a resposta veio com o delegado no chão, sob a mira dos fuzis da ROCAM. A tentativa de usar a máquina pública para resolver desavenças particulares acabou sendo o holofote que iluminou os crimes mais graves de Rosas.
O Caso do PM agredido

Conflito entre Policiais Militares e Civis em Manaus: Relato de Agressão e Tensão Institucional
Um incidente envolvendo um policial militar e um policial civil gerou tensão entre as forças de segurança em Manaus nesta quinta-feira (16). O caso, que teve início com uma briga de trânsito na Avenida Torquato Tapajós, culminou em denúncias de agressão física e cerceamento de funções dentro da Delegacia Geral da Polícia Civil.
O Início da Ocorrência
De acordo com o relato do policial militar (ainda não identificado publicamente), a confusão começou após uma manobra de trânsito. O PM afirma que:
Ao sinalizar a entrada na via, foi confrontado pelo policial civil, que teria sacado uma arma em sua direção.
Mesmo após o PM baixar o vidro e se identificar formalmente, a discussão prosseguiu, resultando em uma “fechada” de trânsito que forçou a parada dos veículos.
O PM chegou a acionar o Centro Integrado de Operações de Segurança (Ciops) solicitando apoio oficial para realizar a abordagem.
Desdobramentos na Delegacia Geral
A ocorrência se deslocou para a Delegacia Geral, onde a situação se agravou. O policial militar alega que:
Foi cercado por diversos policiais civis, incluindo agentes da Coordenadoria de Operações e Recursos Especiais (Core).
Durante o episódio, teve seu celular quebrado e sofreu ferimentos no nariz decorrentes de agressões físicas.
Outros policiais militares que compareceram ao local para prestar apoio teriam sido impedidos de entrar na unidade policial.
Texto: Ronaldo Aleixo.





