“Houve um clamor para que o Brasil não se tornasse um país comunista”, disse Sobrinho-neto do ex-presidente Castelo Branco

Capitão Castelo Branco, deputado estadual eleito pelo PSL para a Assembleia Legislativa de São Paulo Foto: Carol Jacob / Alesp

O deputado estadual eleito pelo PSL para a Assembleia Legislativa de São Paulo, o Capitão Castelo Branco era uma das autoridades que foram nesta quinta-feira, 28, à cerimônia sobre o 31 de Março no Comando Militar do Sudeste. Sobrinho-neto do primeiro presidente do regime militar, o marechal Humberto de Alencar Castelo Branco, o deputado defendeu a iniciativa de lembrar a data nos quartéis. Leia a entrevista.

“Eu entendo que o Brasil passava por uma época muito complexa da história. Vivíamos a Guerra Fria e o movimento comunista internacional ocupava espaços geográficos, com guerrilhas tomando o poder em vários países. Houve um clamor para que o Brasil não se tornasse um país comunista, pois aqui se organizava a tomada do poder. A Nação se salvou a si mesma, como meu tio-avô gostava de dizer”, disse o Capitão.

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