Mais de 100 famílias são beneficiadas com casas do Crédito Habitacional do Incra em Iranduba

PAE da Ilha do Baixio e PDS Cachoeira foram as comunidades contempladas em ação no Amazonas.

O Projeto de Assentamento Agroextrativista (PAE) da Ilha do Baixio e o Projeto de Desenvolvimento Sustentável (PDS) Cachoeira, ambos localizados no município amazonense de Iranduba, foram contemplados com a entrega de documentos de terra e de casas rurais dentro do Crédito Habitacional do Incra (Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária), que financia a construção ou reforma de moradias para famílias assentadas com condições especiais de desconto e carência.

Superintendente do Incra no Amazonas, Adriana Teixeira de Lima celebrou os investimentos de mais de 4 milhões de reais pelo Governo Federal desejando que as novas moradias sejam palco de momentos felizes para as famílias. “O trabalho do Incra é permitir que as famílias vivam coletivamente com dignidade. Essas construções são capazes de mudar realidades”, ressaltou.
A entrega contou com a participação de representantes do Ministério do Desenvolvimento Agrário, incluindo o superintendente regional Marcos Roberto Brito, e da Cáritas Brasileira. A beneficiária Cliciane Nice agradeceu ao órgão pela ação, destacando que a inauguração das habitações é um marco para uma comunidade que conviveu com histórias de perdas.

Criado pelo Incra em dezembro de 2007, o PAE da Ilha do Baixio tem uma área de mais de 923 hectares conhecida especialmente pela produção de hortaliças e artesanatos. Diferentemente de outros, ele não possui georreferenciamento dos lotes pelo movimento típico da ilha em razão das variações geográficas típicas da região.

Já o PDS Cachoeira, criado em 2015, conta com cerca de 208 hectares e é ocupado especialmente por famílias oriundas de áreas de “terras caídas”, fenômeno também conhecido como erosão fluvial ou desbarrancamento, que ocorre quando o nível dos rios diminui expondo barrancos e solos instáveis. Ambos estão no território irandubense, situado à margem esquerda do rio Solimões, está conectado à capital amazonense por meio da Ponte Jornalista Phelippe Daou (Rio Negro).

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