A greve dos rodoviários escancarou o que a população que pega ônibus todo santo dia já cansa de saber: os terminais de integração de Manaus viraram verdadeiros “chiqueiros” abandonados. Banheiros destruídos, estruturas caindo aos pedaços e falta de segurança são a rotina de quem trabalha e de quem usa o transporte coletivo.
O sindicato (SSTTURM), liderado por Givancir Oliveira, cobrou reformas urgentes e dignidade para a categoria. E o que a administração municipal fez? O velho e batido jogo do empurra.
A atual gestão — comandada por Renato Júnior, ex-secretário de obras (Seminf) e que assumiu a Prefeitura com a renúncia de David Almeida para disputar o Governo — tenta desviar o foco e jogar a responsabilidade da crise no colo do Estado em pleno período eleitoral. Pura cortina de fumaça!
VAMOS AOS FATOS QUE O PALÁCIO DA COMPENSA NÃO CONSEGUE ESCONDER:
- A LEI É CLARA: O transporte coletivo urbano e a manutenção dos Terminais de Integração (T1, T2, T3, T4, T5, etc.) são de INTEIRA E EXCLUSIVA RESPONSABILIDADE DA PREFEITURA DE MANAUS, executados via IMMU.
- O ESTADO JÁ FEZ A PARTE DELE: O Governo do Estado injetou R$ 18 milhões no sistema para socorrer e amortecer os impactos tarifários. O papel do Estado é repassar subsídios — não é mandar pedreiro reformar banheiro de terminal municipal!
- OMISSÃO CONTINUADA: Renato Júnior esteve à frente das obras da cidade por anos e agora é o prefeito em exercício. O grupo político de David Almeida teve tempo de sobra para planejar e executar a revitalização desses espaços. Não fizeram. Agora, com a cidade paralisada e os trabalhadores revoltados, tentam culpar terceiros pela própria incompetência.
O recado do Chumbo Grosso é direto: Pagar salário em dia é obrigação das empresas. Garantir infraestrutura digna nos terminais é obrigação da PREFEITURA DE MANAUS. O povo e os rodoviários cansaram de promessas e desculpas esfarrapadas.
Prefeito Renato Júnior, assuma a responsabilidade do grupo que comanda a cidade e reforme os terminais JÁ!





