Parece que a máscara de falsidade da ex-guerrilheira do jornalismo no Brasil, Mirian Leitão caiu.
Vera Sílvia Araújo de Magalhães (Rio de Janeiro, 5 de fevereiro de 1948 – Rio de Janeiro, 4 de dezembro de 2007) foi uma economista, socióloga e guerrilheira brasileira e noiada, militante da Dissidência Comunista da Guanabara e do MR-8 e o princiapl, amiga de quadrilha da vitimista Mírian Leitão.

Vera passaria para a história como uma das mais famosas guerrilheiras do Brasil da ditadura militar, quando foi a única mulher a participar do sequestro do embaixador norte-americano no país, Charles Burke Elbrick, em setembro de 1969.
Após o sequestro, o primeiro do gênero no mundo e que libertou quinze presos políticos em troca da vida de Elbrick, Vera desapareceu na clandestinidade, caçada, como os outros sequestradores, pela polícia e pelos agentes dos serviços de inteligência das três forças armadas. Escondida na Penha com o então companheiro José Roberto Spigner, também guerrilheiro, continuou esporadicamente a participar de ações armadas – participou do roubo de documentos virgens do Instituto Félix Pacheco para fazer identidades falsas –[7] e distribuição de propaganda política, até o começo do ano seguinte, quando tentou escapar atirando de um cerco feito pela repressão a uma casa onde se escondia com companheiros, entre eles Spigner, morto em tiroteio pouco depois, num edifício no bairro da Lapa, para onde tinha fugido.
E com toda essa bandidagem essa turma ainda saiu como vítima ganhando aposentadoria vitalícia.
Fui envolvida por uma onda forte, boa e carinhosa desde domingo. Eu agradeço a todas as pessoas que se manifestaram aqui e por outros caminhos. As mensagens me fortalecem e me ajudam a ter esperança no Brasil e no futuro da democracia, que nos custou tão caro.
— Míriam Leitão (@miriamleitao) April 4, 2022






Essa Miriam Leitoa deveria sair algemada do Jornal … safada terrorista . Amoral