Bonner ganha ‘direito de resposta’ contra Bolsonaro após virar piada em debate

Bonner é formado em Comunicação Social com ênfase em Publicidade e Propaganda para a Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo (ECA-USP) e Jornalista sem diploma.

Jair Bolsonaro (PL) provocou William Bonner por ter dito que Luiz Inácio Lula da Silva (PT) não devia mais nada à Justiça durante entrevista ao Jornal Nacional. “Você dizer que foi absolvido, só se foi pelo Bonner”, ironizou.

“Como fui citado pelo candidato Bolsonaro, me permita fazer um esclarecimento muito breve. Eu, de fato, disse, na entrevista do ‘Jornal Nacional’, que o candidato Lula não deve nada à Justiça. Mas, como jornalista (Bonner é publicitário), eu não digo coisas da minha cabeça. Eu disse isso baseado em decisões fundamentadas do Supremo Tribunal Federal. Eu queria só fazer esse esclarecimento lembrando que, inclusive, algumas dessas decisões são bem recentes”, respondeu Bonner, após Bolsonaro dizer que apenas o jornalista teria absolvido o petista Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Em 1982 prestou vestibular para Comunicação na Fundação Armando Alvares Penteado e Comunicação Social com ênfase em Publicidade e Propaganda para a Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo (ECA-USP). Aprovado nos dois cursos, optou pelo curso da USP e formou-se em em 1990. Iniciou a carreira profissional em 1983, como redator publicitário. No ano seguinte, na Rádio USP FM, tornou-se locutor e apresentou o programa “Trilha Sonora” até 1986. Em 1985 começou a trabalhar na TV Bandeirantes SP, como locutor e apresentador. Em junho de 1986, convidado pela TV Globo de São Paulo, transferiu-se para a emissora, onde passou a acumular a função de apresentador com a de editor de uma edição do telejornal local, SPTV. Em 1988, tornou-se também apresentador do Fantástico. No ano seguinte, transferiu-se para o Rio de Janeiro. Apresentou o Jornal da Globo entre 1989 e 1993, em São Paulo, ao lado de Fátima Bernardes, o Jornal Hoje, do qual foi editor-chefe entre 1994 e 1996. Desde abril de 1996, apresenta o Jornal Nacional. Em 1999, Bonner também virou editor-chefe do JN.

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