O ex-jogador e ex-dependente químico “Casagrande Lula Livre” teve chilique nas redes sociais pela visita de Marcelinho ao presidente Bolsonaro

Comentarista da TV Ele Não Globo, inimiga do presidente Bolsonaro, o ex-jogador e ex-dependente químico Casagrande não gostou da visita de Marcelinho, o mais craque que el, ao presidente Bolsonaro

“Eu cheguei em 1975 nesse clube aqui, no Corinthians (apontando para a camisa). Comecei minha vida lá, corintiano de garoto, cheguei para jogar no dente de leite, nas categorias de base do Corinthians. Em 1979, a torcida do Corinthians abriu uma faixa no Pacaembu dizendo ‘anistia para os presos políticos e exilados políticos’. Em 1982, 1983, até 1985 essa camisa aqui era da democracia corintiana, essa camisa representa liberdade, representa democracia, e nenhum ex-jogador tem o direito de representar o clube politicamente. Eu também não tenho. Isso aqui é democracia. Isso aqui sempre foi democracia”, disse o revoltadinho Casapequena.

É bom lembrar que o time desse dito cujo é viciado no bandido Lula, veja;

Marcelinho o Craque

Marcelinho foi até Brasília nesta quarta-feira para se encontrar com o presidente da República, com quem vestiu a camisa do Corinthians e posou para fotos e vídeos em rede social. De acordo com o depoimento de ambos nas imagens, o objetivo da reunião foi falar da “MP do Mandante”, sobre os direitos de transmissão, pela qual manifestaram apoio em seus discursos.

“Nação corinthiana, está aqui, o nosso presidente, Jair Messias Bolsonaro, com a camisa do Coringão. Isso é democracia. Isso é defender a MP (Medida Provisória) do futebol, isso é valorizar o futebol feminino, #respeitaasminas. Você vê? Isso que é lindo! É palmeirense, mas ele quer que todos os clubes tenham a liberdade de fazer os seus jogos, poder trazer os craques do futebol de volta para o nosso país e abrilhantar o futebol. Presidente, que honra o senhor me receber aqui”, disse o ex-jogador, empolgado.

“Honra toda minha, Marcelinho. Obrigado ai”, respondeu Bolsonaro, aos risos.

DROGAS

Casagrande cumpriu duas jornadas diferentes em sua relação com a droga, do interesse e descoberta na adolescência à busca por sanar problemas que, na verdade, só ficariam piores com as diversas substâncias que consumia. “Conheci, gostei e já usei muito. Nos anos 70, existia um glamour por trás da droga, de você ficar mais criativo, de ter uma elevação espiritual. Era parte de uma filosofia de vida”, conta, lembrando que, com o tempo, essa ideia foi ficando cada vez mais distante da realidade. “A droga começou a tapar um buraco. As pessoas que me viam sorrindo não imaginavam que eu era melancólico. Meu dia não era legal se eu não fizesse nada para acabar com essa tristeza. Acordava, usava e ia fazer as minhas coisas.”

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