A juíza Clara Ruiz Díaz determinou neste sábado a manutenção da prisão preventiva de Ronaldinho Gaúcho e de Assis, seu irmão e empresário, pelo envolvimento em um caso de falsificação de passaportes.
Eles permanecerão detidos no complexo da Agrupação Especializada da Polícia Nacional do Paraguai, onde passaram a última noite em uma cela após pedido de detenção pela Procuradoria Geral.
Ronaldinho Gaúcho e o irmão e empresário Assis foram presos no Paraguai, na noite desta sexta-feira, quando se preparavam para deixar o país. A dupla foi detida no hotel Sheraton, na capital Assunção, após uma grande reviravolta no caso envolvendo o uso de passaportes falsos (pirataria).
O caso parecia ter sido resolvido quando o Ministério Público do Paraguai havia declarado que tanto Ronaldinho como Assis estariam livres de qualquer tipo de processo por terem colaborado integralmente com as investigações da polícia local. Entretanto, a tese foi recusada pelo juiz Mirko Vallinotti, que interrogou os dois brasileiros por seis horas nesta sexta.





