
O slogan “União e Reconstrução”, do ex-presidiário e atual presidente Luiz Inácio Lula da Silva define bem sua marca em 100 dias, criou cabides de empregos para encaixar seus filiados. Lula ainda tem o apoio da grande Globo que até esqueceu a Covid.
O presidente do PL, o Mito Jair Messias Bolsonaro (2019-2022): Manteve como marca o lançamento de um programa de privatizações, a flexibilização das regras de posse de armas e o enxugamento da máquina, reduzindo o total de ministério de 29 para 22, além de ter assumido um governo em meio a maior pandemia do mundo.
Aumento de Impostos
Em 100 dias o pacote fiscal apresentado pelo ministro Haddad no primeiro mês do governo contém medidas que elevam os tributos sem que seja evocada qualquer medida de racionalização e redução de despesas. Lula por exemplo voltar a cobrar impostos sob os combustíveis.
O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, confirmou em fevereiro a reoneração da gasolina e do etanol. A mudança fez com que a cobrança do PIS (Programa de Integração Social)/Cofins (Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social) sobre a gasolina seja de R$ 0,47 por litro. Já o etanol será reonerado em R$ 0,02 por litro.
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Privatizações
Lula assinou um despacho em 1º de janeiro deste ano, dia de sua posse, determinando a revogação de processos de privatização de oito estatais, incluindo a Petrobras e os Correios. Lula quer manter os gastos com a máquina pública.
Feitos de Lula foi as trocas de nomes de alguns programas
Recriar o nome Bolsa Família ( Aliás cortando centenas de bolsas), Minha Casa Minha Vida, Novo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e mesmo assim mantendo os mesmos critérios do governo anterior, Programa Nacional de Segurança Pública com Cidadania (Pronasci), Mais Médicos (criado pela presidente Dilma Rousseff e que deve em breve trazer de volta os piores profissionais do mundo) e Água para Todos são alguns dos programas reeditados por Lula.



