Justiça suspende direito de resposta de Erika Hilton contra Ratinho, por enquanto ela “não é mulher, é trans”

Exibição fica suspensa A Justiça de São Paulo suspendeu nesta quinta (2/7) a decisão que obrigava Ratinho e o SBT a exibirem um vídeo de direito de resposta da deputada federal Erika Hilton (PSOL-SP). Com isso, a gravação feita pela parlamentar não precisa ir ao ar enquanto o caso segue em análise. O que a decisão anterior determinava?

Em junho, o Judiciário paulista havia concedido uma liminar para que o SBT exibisse o vídeo de Erika com o mesmo destaque e a mesma duração das falas feitas pelo apresentador em março. Na ocasião, Ratinho criticou a eleição da deputada para a presidência da Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher da Câmara dos Deputados e afirmou que ela “não é mulher, é trans”.

“Para ser mulher tem que ter útero, menstruar, tem que ficar chata três, quatro dias. Eu sou contra”, disse o apresentador no programa. Por que Ratinho e SBT recorreram?

A emissora e o apresentador recorreram da liminar. A defesa alegou que o caso precisava ser mais discutido antes da exibição do direito de resposta e sustentou que ambos não tiveram oportunidade adequada de defesa.

O pedido foi aceito. Na prática, o processo e a obrigação de veicular a resposta de Erika ficam paralisados até nova avaliação da Justiça paulista. Aberto para posicionamentos Procurados pela imprensa, Ratinho e SBT afirmaram que não comentam casos jurídicos.

A assessoria de Erika Hilton também não se manifestou até o momento. O espaço segue aberto para posicionamentos, declarações e atualizações das partes citadas, que queiram responder, refutar ou acrescentar detalhes em relação ao que foi noticiado.

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