No mês passado, Adilson Oliveira Coutinho Filho, o Adilsinho, está sendo investigado pelo MP por ter bancado uma festança para centenas de convidados em plena pandemia, no Copacabana Palace, com direito a presença de cantores como Ludmilla e Gustavo Lima. Os artistas terão 20 dias para detalhar ao Tribunal de Justiça do Rio (TJRJ) os contratos firmados à época.
O aniversário para 500 convidados aconteceu em maio, durante a pandemia, e gerou multa de pouco mais de R$ 15 mil ao Copacabana Palace, autuado pela Secretaria de Ordem Pública (Seop) e a Vigilância Sanitária. O evento contou com a presença de artistas. Segundo o ‘RJ1’, Gusttavo Lima, Mumuzinho, Ludmilla, Alexandre Pires e Dudu Nobre terão 20 dias para explicar a participação na festa e detalhar os contratos, além de informar com quem negociou.
Investigações da Polícia Federal e do Ministério Público do Rio (MPRJ) apontam que o bando liderado pelos irmãos Adilson Oliveira Coutinho Filho, o Adilsinho, e Cláudio Nunes Coutinho pode ter arrecadado mais de R$ 45 milhões com o monopólio da venda de cigarros em dois anos e meio. Eles não foram encontrados e são considerados foragidos. Ao todo, são 40 pessoas denunciadas, 34 mandados de prisão preventiva e 75 mandados de busca e apreensão expedidos.
Ludmilla pediu Fora Bolsonaro
No dia 21/06, a cantora lacradora Ludmilla usou as suas redes sociais para lamentar a triste marca de 500 mil mortos por Covid-19 no Brasil. Alvo de cobranças constantes por um posicionamento político, a cantora pediu, pela primeira vez, a queda do presidente Jair Bolsonaro. A cantora escreveu em seu twitter: “São 500 mil mortos! 500 mil pessoas que perderam a vida por falta de vacina. Não dá mais pra esperar! #ForaBolsonaro”.
E agora sua falsa moralista, vai continuar lucrando na pandemia?





