O ex-presidente e presidiário Luiz Inácio Lula da Silva decidiu, não ser livre por ora, após não aceitar as condições impostas pelo Supremo Tribunal Federal (STF) para encontrar seus familiares em São Paulo devido à morte do seu irmão Genival Inácio da Silva, o Vavá.

A defesa do ex-presidente, porém, está tentando demovê-lo da ideia e convencer Lula a viajar.

Na decisão, o ministro Dias Toffoli autorizou a Polícia Federal (PF) a levar Lula a São Paulo, mas não para ir ao local do velório. O petista deve ser levado a uma unidade da Polícia local onde poderá se encontrar com os parentes. O ex-ministro proibiu o uso de aparelhos celulares no encontro e também acesso da imprensa. O presidente do STF ainda proibiu Lula de fazer declaração pública.

O irmão de Lula morreu na terça-feira de manhã, aos 79 anos. Primeiro, a juíza Carolina Lebbos, responsável pela execução da pena do ex-presidente, negou o pedido . Ela se baseou na declaração da Polícia Federal e do Ministério Público de que não haveria tempo suficiente para montar uma logística de transporte do ex-presidente até o local.

Após negativa, os advogados recorreram ao Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4), a segunda instância. Por volta das 5h, o desembargador Leandro Paulsen, responsável pelo plantão na Corte, também negou a solicitação. A cerimônia está prevista para as 13h em São Bernardo do Campo, no ABC paulista.

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