Moraes barrou a nomeação de Ramagem para Federal mas deve liberar a nomeação do amigo pessoal de Lula

Tudo em casa, afinal a lei do STF só vale contra Bolsonaro

Andrei Passos Rodrigues, delegado da PF Imagem: Reprodução

Em abril de 2020, o Imperador Alexandre de Moraes I decidiu, suspender a nomeação de Alexandre Ramagem para o cargo de diretor-geral da Polícia Federal, na época as relações pessoais forma expostas para com o presidente Bolsonaro.

“Diante de todo o exposto, nos termos do artigo 7º, inciso III da Lei 12.016/2016, DEFIRO A MEDIDA LIMINAR para suspender a eficácia do Decreto de 27/4/2020 (DOU de 28/4/2020, Seção 2, p. 1) no que se refere à nomeação e posse de Alexandre Ramagem Rodrigues para o cargo de Diretor-Geral da Polícia Federal.”

Mas, como a justiça só funciona contra Bolsonaro, o STF e Moraes devem aceitar calados futura indicação do ex-presidiário Luís Inácio Lula da Silva, eleito presidento. Até mesmo porque quem notíciou o fato foi a Folha de São paulo, supostamente parceira do STF que nunca sofreu qualquer perseguição do sistema judiciário.

O delegado Andrei Augusto Passos Rodrigues, da PF (Polícia Federal), foi anunciado como o futuro chefe da corporação, informou o futuro ministro da Justiça, Flávio Dino, na manhã desta sexta-feira (9). Andrei virou a “sombra” de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) logo no início da campanha e deve chefiar a segurança do presidente eleito até o dia da posse. Antes, foi responsável por cuidar da ex-presidente Dilma Rousseff (PT) durante a campanha de 2010.

A relação de ambos fez com que Dilma indicasse Rodrigues a Lula, quando ele procurava alguém para cuidar da proteção da chapa em 2022. Também abriu caminho para que ele quase assumisse o comando da Abin (Agência Brasileira de Inteligência) ou a diretoria-geral da Polícia Federal durante o primeiro mandato da petista, em 2011, mas perdeu o posto para Leandro Daiello.

Na Internet os memes e críticas não cessaram;

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