PGR pede ao Supremo para arquivar uma das apurações sobre Bolsonaro abertas com base na CPI do Circo da Covid

Senadores Omar Aziz e Marcos Rogério na CPI da Covid, batizada como CPI do Circo

A Procuradoria-Geral da República pediu nesta segunda-feira (25) ao Supremo Tribunal Federal o arquivamento de uma das apurações preliminares sobre o presidente Jair Bolsonaro abertas a partir das investigações das CPI da Covid conhecida como CPI do Circo após afirmação dos senador Marcos Rogério. A apuração era sobre suposta prática do crime de infração de medida sanitária preventiva.

No relatório final, a CPI acusou Bolsonaro de ter cometido nove crimes, entre os quais o de infração de medida sanitária preventiva.

Em sua manifestação, a vice-procuradora-geral da República, Lindôra Araújo, afirmou que as convicções da CPI foram “políticas” e não podem ser transportadas para a área jurídica “de forma automática”.

A PGR lista uma série de pontos em relação aos quais não vê como responsabilizar Bolsonaro, conforme apontou a CPI.

CPI do Circo

A discussão começou quando Marcos Rogério teve a fala interrompida pelo presidente da comissão.
“Está vendo? Essa é a CPI do circo”, disse o parlamentar da base aliada do presidente Bolsonaro.

Aziz rebateu: “É do circo, é. E Vossa Excelência é o maior palhaço que tem aqui”.

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