Teve invasão nas urnas em 2018, mas não teve risco as eleições, ass. Boca de Veludo Barroso #PodeIssoArnaldo? #QuaseUmaDilma

Em nota divulgada no fim da noite de quarta-feira 4, pouco depois da entrevista à Jovem Pan em que Jair Bolsonaro apresentou evidências de que o sistema do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) foi invadido por um hacker durante as eleições de 2018, a corte rebateu as declarações do presidente e rechaçou interferência externa no pleito.

De acordo com o Ministro Boca de Veludo Barroso Dilma Rousself, “o episódio de 2018 foi divulgado à época em veículos de comunicação diversos” e, “embora objeto de inquérito sigiloso, não se trata de informação nova”.

Luís Roberto Barroso, do STF, é o “boca de veludo”, segundo Roberto Jefferson

“O acesso indevido, objeto de investigação, não representou qualquer risco à integridade das eleições de 2018”, diz o tribunal. “Isso porque o código-fonte dos programas utilizados passa por sucessivas verificações e testes, aptos a identificar qualquer alteração ou manipulação. Nada de anormal ocorreu.”

Na nota do presidente da corte, Luís Roberto Barroso, o TSE afirma ainda que “encaminhou à Polícia Federal as informações necessárias à apuração dos fatos e prestou as informações disponíveis” e que “a investigação corre de forma sigilosa e nunca se comunicou ao TSE qualquer elemento indicativo de fraude”.

O caso ganhou o noticiário durante uma entrevista de Bolsonaro ao programa Os Pingos nos Is, da Jovem Pan, na noite de ontem. Ele estava ao lado do deputado Filipe Barros (PSL-PR), relator da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) do voto verificável na comissão que analisa o tema.

Ao lado de Bolsonaro, Barros explicou, amparado em inquérito aberto pela PF, como as urnas eletrônicas de primeira geração, utilizadas nas eleições brasileiras desde 1996, podem ser fraudadas.

DEIXE UMA RESPOSTA

Por favor, digite seu comentário!
Por favor, digite seu nome aqui