🚨 COMANDANTE DO CAOS: Quem é Givancir Oliveira, o polêmico líder que parou os ônibus em Manaus?

Veja a lista de exigências que ele colocou na mesa.

Por Redação Chumbo Grosso, 20 de julho de 2026: Se você andou a pé ou ficou preso no trânsito hoje em Manaus, o nome por trás do decreto que travou a cidade é um velho conhecido da crônica policial e sindical: Givancir Oliveira. O atual presidente do Sindicato dos Rodoviários voltou a mostrar sua força ao peitar o Sinetram e ordenar a paralisação imediata de 100% da frota nesta segunda-feira (20).

Mas quem acompanha a política local sabe que a trajetória de Givancir é cercada de fortes turbulências. Em 2020, ele chegou a se afastar do comando e foi preso suspeito de envolvimento no homicídio de um jovem em Iranduba. Na época, ganhou as manchetes ao ser solto com tornozeleira eletrônica. Anos depois, em 2022, o processo acabou arquivado pela Justiça por falta de provas.

🔄 A volta por cima e o “dedo no gatilho” da greve

Limpando a ficha na Justiça, Givancir venceu a eleição sindical novamente no fim de 2024 com mais de 4 mil votos, retomando a cadeira com status de “intocável” entre os motoristas. Agora, em julho de 2026, ele mostra que não perdeu o cacoete de parar a capital quando o calo aperta.

Desta vez, a justificativa dele para tocar o terror no sistema viário é o descumprimento de prazos trabalhistas pelas empresas: “Nem com decisão judicial nos pagando em dia eles cumprem. Acabou o diálogo”, disparou o chefão em vídeo nas redes sociais.

📋 A lista de exigências que ele colocou na mesa:

Para dar trégua e sentar para conversar com o Sinetram, o comandante dos rodoviários exige um pacote pesado:

  • Fim dos atrasos salariais crônicos e respeito aos prazos da Justiça do Trabalho;
  • Proibição imediata da demissão de cobradores, ameaçados pelo avanço do cartão PassaFácil;
  • Adicional em dinheiro para motoristas que são obrigados a acumular dupla função (dirigir e passar troco);
  • Reforma geral dos terminais, que ele classifica publicamente como “insalubres”.

Givancir até aceitou liberar 50% dos ônibus no início da noite após forte pressão popular, mas mandou o recado: se as empresas não cederem à sua extensa lista de pedidos, a rodada de paralisações vai continuar por tempo indeterminado.

O Sinetram tenta carimbar o movimento como ilegal na Justiça, mas a queda de braço contra o polêmico líder sindical promete novos capítulos explosivos.

Fonte: Revista Cenarium

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