A casa caiu para a empresária Carolina Sthela Ferreira dos Anjos. Acusada de transformar a vida de uma doméstica grávida em um verdadeiro inferno, ela foi presa na manhã desta quinta-feira (7), em Teresina. A “valentia” terminou em um posto de gasolina no bairro São Cristóvão, curiosamente do lado da Secretaria de Segurança Pública.
O Rastro da Covardia
A ficha da madame é pesada. Segundo as investigações, Carolina não só agrediu a funcionária de 19 anos — grávida de cinco meses — como também teria praticado sessões de tortura. O motivo? O sumiço de um anel que, ironia do destino, estava no cesto de roupa suja da própria patroa.
- Crueldade em áudio: Em mensagens vazadas, a empresária chegou a dizer que a vítima “não era para ter saído viva”.
- O “Reforço”: Ela não estava sozinha. O policial militar Michael Bruno Lopes Santos também é suspeito de participar das agressões para pressionar a jovem. Ele se entregou à polícia hoje.
A “Fuga” Justificada
A defesa de Carolina tentou suavizar, dizendo que ela viajou para o Piauí apenas para deixar o filho com familiares e que não pretendia fugir. Mas a Justiça do Maranhão não comprou a história e mandou a prisão preventiva.
Estado da Vítima
A jovem de 19 anos relatou socos, chutes e puxões de cabelo. Enquanto era espancada, a única reação da vítima foi encolher-se para tentar proteger o bebê na barriga.
O desfecho: A empresária, que antes esbravejava em grupos de mensagens, agora vai ter que prestar contas à justiça atrás das grades. A OAB já classificou o crime como tortura.
Justiça tardou, mas não falhou.
OAB pede prisão de patroa que agrediu doméstica grávida no MA; entidade classificou crime como tortura — Foto: Reprodução/Redes sociais/TV Mirante





