A influência familiar faz parte de muitas escolhas profissionais. Em algumas famílias, porém, esse movimento acontece no sentido inverso. Em duas histórias de profissionais parceiros da MRV, os filhos abriram caminho para uma nova etapa profissional dos pais.
Em Salvador, Arlindo Cunha Brasil ingressou na corretagem aos 18 anos, inspirado pela tradição familiar. Do lado paterno, cinco parentes já atuavam no mercado imobiliário. Três anos depois, foi a vez de Arlindo apresentar a profissão ao pai, Arlindo Osmar Costa Brasil, de 53 anos. Hoje, os dois trabalham na mesma loja da MRV como corretores autônomos. No dia a dia, pai e filho compartilham experiências de diferentes gerações. Enquanto Arlindo Osmar leva para o atendimento a experiência acumulada ao longo da vida e o relacionamento com os clientes, Arlindo Cunha contribui com o domínio de sistemas, plataformas digitais e ferramentas que fazem parte da rotina da corretagem.
“A corretagem sempre fez parte da minha vida. Cresci vendo meus familiares atuarem na área, e minha avó foi uma das primeiras pessoas da família a obter o registro no Creci na Bahia. Quando escolhi ser corretor, percebi que meu pai também tinha o perfil para a profissão. Hoje, aprendemos um com o outro todos os dias. O que mais gosto é a oportunidade de construir relacionamentos e acompanhar a realização do sonho de tantas famílias”, afirma Arlindo Cunha Brasil.
Em Manaus, uma conversa entre pai e filha abriu caminho para uma mudança de carreira. Com experiência na área comercial, Andrez Felix, de 45 anos, enfrentava dificuldades financeiras durante a pandemia quando soube, por meio da filha, que algumas amigas trabalhavam como corretoras de imóveis. A conversa o levou a pesquisar sobre a profissão e cadastrar o currículo no site Vagas.com. Andrez foi contratado pela MRV em junho de 2021 e, desde então, atua na empresa.
Segundo Andrez, a profissão contribuiu para que ele quitasse dívidas acumuladas durante a pandemia, comprasse a casa própria, adquirisse um carro e investisse na educação dos filhos. Para ele, a corretagem representou um recomeço em um momento de grandes desafios e ajudou a oferecer mais estabilidade à família. “Além de ajudar a transformar vidas, eu transformo a minha todos os dias como ser humano. Quando vendi meu primeiro imóvel para uma família, me emocionei. Percebi que estava participando da realização de um sonho. É isso que me motiva todos os dias”, conta.
Uma profissão para diferentes momentos da vida
Segundo dados do Conselho Federal de Corretores de Imóveis (Cofeci), o Brasil reúne mais de 730 mil corretores de imóveis registrados no Sistema Cofeci-Creci. Mais do que dimensionar o mercado, esses números mostram que não existe um único caminho para ingressar na atividade.
Para Thiago Ely, vice-presidente Comercial e de Marketing da MRV&CO, essa realidade também é percebida entre os profissionais da companhia. “O caminho até a profissão de corretor pode começar das formas mais inesperadas, e temos percebido, ao longo dos anos, um interesse crescente pela carreira entre profissionais que já construíram trajetória em outras áreas. Acredito que, quando essa escolha nasce dentro da própria família, ela deixa de ser apenas uma decisão de carreira e se transforma em uma experiência compartilhada, que fortalece vínculos, promove a troca de experiências e aproxima diferentes gerações”, afirma.





