
Os disparos que mataram ao menos três pessoas em Paris motivaram a ida às ruas de uma multidão em protesto. Um homem de 69 anos, suspeito do crime, foi detido pela polícia. O atentado aconteceu no Centro da capital francesa, no centro cultural Ahmet-Kaya, dos povos curdos.
Outras quatro pessoas, no mínimo, foram feridas. A prefeita de Paris condenou o ataque que, segundo ela, foi cometido por um ativista de extrema direita. A gestora ressaltou que a cidade apoia a comunidade curda.
“A comunidade curda e, através dela, todos os parisienses, foi alvo desses assassinatos cometidos por um ativista de extrema direita. Os curdos, onde quer que residam, devem poder viver em paz e segurança. Mais do que nunca, Paris está ao lado deles nessas horas sombrias”, escreveu Anne Hidalgo no Twitter.
La communauté kurde et, à travers elle tous les Parisiens, a été visée par ces assassinats commis par un militant d’extrême-droite. Les Kurdes où qu’ils résident doivent pouvoir vivre en paix et en sécurité. Plus que jamais, Paris est à leurs côtés dans ces heures sombres.
— Anne Hidalgo (@Anne_Hidalgo) December 23, 2022
Na região, uma multidão de parisienses usou fogo para fechar ruas. A Polícia age contra excessos. Imagens mostradas, ao vivo, pelo BandNews TV destacam a revolta dos franceses em relação ao crime, que cobram mais efetividade do governo contra extremistas e xenofóbicos.
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