Um esquema suspeito de enviar mulheres brasileiras para prostituição e exploração sexual em Israel foi alvo da operação Dirty Dancing, da Polícia Federal (PF). O grupo criminoso também é investigado por promover a entrada irregular dessas pessoas em outros países e reter parte dos valores obtidos com a atividade.
Agentes federais cumpriram um mandado de prisão preventiva e dois de busca e apreensão em Ananindeua, no Pará, e uma ordem de busca em Goiânia (GO).
Além dos mandados judiciais, a Justiça Federal determinou sequestro e bloqueio de bens e valores até o limite de R$ 10 milhões, suspensão das atividades de duas empresas ligadas à investigada presa na força-tarefa, apreensão de passaportes, monitoramento eletrônico e proibição de saída do país para dois suspeitos.





