
A influenciadora e modelo Yeda Freitas, de 30 anos, foi presa pela Polícia Civil de Goiás, junto à outras três pessoas, por suspeita de nvolvimento em um assassinato em março do ano passado.
“De acordo com as investigações, a vítima era traficante de drogas, no entanto, com a morte da genitora de seu filho, decidiu dar uma pausa nas atividades ilícitas para dedicar-se à criança. Com isso, vendeu sua parte em uma “empresa” destinada à venda de cocaína para o executor, que deveria repassar à vítima pagamentos semanais de aproximadamente R$ 6 mil”, informou a polícia, em nota.
Segundo a Civil, os mandados de prisão temporária foram cumpridos por meio da Delegacia Estadual de Investigação de Homicídios (DIH).
“Por determinado período, o devedor adimpliu a obrigação e repassava valores de contas bancárias de parentes para a conta da mãe da vítima. Todavia, com o passar do tempo, o devedor começou a atrasar os repasses de dinheiro, o que fez com que a vítima o cobrasse com muita animosidade. Pressionado a pagar, o executor armou emboscada para matar o credor”, acrescentou o comunicado.
Yeda Freitas reúne 33 mil seguidores nas redes sociais e, em seu perfil, afirma ser “natural de Goiânia e mãe de gêmeos”. Na época do crime, a influenciadora namorava Antônio Luiz de Souza Filho, conhecido como Toinzinho, acusado de ser o executor do homicídio. Ela teria o acompanhado, segundo o delegado Carlos Alfama, no dia em que ele buscou o carro para executar a vítima.
Ainda segundo a Polícia Civil, Douglas Henrique Silva foi morto no dia 14 de março de 2022, na rua Anchova, Jardim Atlântico. A polícia explicou que Yeda se beneficiava financeiramente de um esquema de tráfico do qual o ex-namorado participava.
De acordo com as investigações, para deixar de pagar uma dívida, Toinzinho havia armado uma “emboscada” para a vítima.
Segundo a decisão do Tribunal de Justiça de Goiás (TJGO), também foi autorizado o acesso e a extração de dados dos celulares dos presos na ação policial.
O São Gonçalo




