
Em 25 de agosto de 2022, estourou em Medellín, a segunda maior cidade da Colômbia, um dos maiores escândalos de abuso sexual de menores na Igreja Católica.
Naquele dia, o arcebispo da cidade, Dom Ricardo Tobón Restrepo, publicou nas redes sociais uma lista com os nomes de 36 sacerdotes que haviam sido denunciados perante a arquidiocese nos últimos 30 anos.
A publicação ocorreu depois que o Supremo Tribunal de Justiça do país decidiu em favor do jornalista colombiano Juan Pablo Barrientos e exigiu que a Igreja Católica entregasse os dados por considerá-los de interesse público.
Barrientos investigou durante anos denúncias de pedofilia na Igreja Católica colombiana.
G1




