O Ministério Público de São Paulo investiga o uso de empresas de tecnologia no setor financeiro para fazer a lavagem de dinheiro do PCC (Primeiro Comando da Capital).
A operação com fintechs é um avanço em relação a uma rede de doleiros no Paraguai usada na lavagem de dinheiro para a facção criminosa paulista, apontam investigações ainda em andamento.
A operação com fintechs é um avanço em relação a uma rede de doleiros no Paraguai usada na lavagem de dinheiro para a facção criminosa paulista, apontam investigações ainda em andamento.
Segundo estimativas do MP, há mais de 1,5 mil fintechs em operação no Brasil, o que dificulta a fiscalização das operações financeiras.
“Foram os doleiros que ensinaram [o método de usar fintechs para fazer a lavagem de dinheiro para o tráfico].
Tem regulamentação, mas qual a fiscalização em cima disso? Em vez de usar contas de ‘laranjas’, o depósito é feito em um banco digital sem agência física, sem que se saiba de onde veio o dinheiro.Lincoln Gakiya, promotor de Justiça de SP





