
Familiares e amigos se despediram, nesta quarta-feira (16), do policial militar Rayllan Machado Carino, de 36 anos, que foi assassinado à queima-roupa em São Gonçalo, na Região Metropolitana. O sepultamento aconteceu no Cemitério Memorial Parque Nycteroy, na mesma cidade.
A cerimônia contou com diversos agentes da corporação, que cercaram o caixão durante o cortejo. A família não quis falar com a imprensa. Nas redes sociais, uma irmã fez uma homenagem.
“Meu querido irmão, parece impossível aceitar que você não está mais aqui. Eu queria mais um minuto, mais uma conversa, mais uma risada ao seu lado. Você foi luz, força e uma das melhores partes de quem eu sou hoje. A saudade vai ser uma presença constante, mas eu prometo honrar o seu nome, cuidar de quem você amava e manter viva a sua lembrança em cada história nossa. Descansa em paz. Eu te amo para sempre”, lamentou.
O cabo era lotado no 1º BPM (Venda da Cruz). Ao longo de sua carreira, Rayllan passou por outras unidades da corporação, tendo servido no 4º BPM (São Cristóvão), 5º BPM (Praça da Harmonia), 7º BPM (Alcântara), 18º BPM (Jacarepaguá), 22º BPM (Maré) e Batalhão de Rondas Especiais e Controle de Multidões (Recom).
“Neste momento de dor e consternação, o 1º BPM solidariza-se com seus familiares, amigos e irmãos de farda, rogando a Deus que conforte os corações e conceda força para superar esta perda irreparável. Que sua dedicação, seu compromisso com a missão policial militar e sua trajetória permaneçam como legado entre aqueles que tiveram a honra de compartilhar sua caminhada”, disse o batalhão nas redes sociais.
O PM estava de folga quando o crime ocorreu. Na tarde da última segunda-feira (14), o agente saiu da academia e, no momento em que andava pela Avenida Presidente Kennedy, uma das vias mais movimentadas do centro da cidade, criminosos atiraram em sua direção.




