O esquerdista filiado do Psol, ator e diretor do filme Marighella, Wagner Moura, declarou ou escarrou, enfim, em coletiva no Festival de Cinema de Berlim (15.fev.2019), que o seu filme está em contraste com o governo atual e que espera que ele seja maior que o atual governo e para fechar com chave de ouro, ele deu um belo beijo na boca do ex-deputado Jean Wyllys, que fugiu do país espalhando para os quatros ventos que está sendo perseguido.

Carlos Marighella, 58 anos, foi terrorista mais caçado do País, líder da Ação Libertadora Nacional (ALN), organização responsável por dezenas de assaltos a bancos e explosões de bombas. Amigo de Fidel Castro (Ditador Assassino), celebrado por marginais da Europa como principal comandante da guerra revolucionária na América do Sul, Marighella tinha levado quatro tiros numa ação policial na alameda Casa Branca, no bairro dos Jardins, em São Paulo. O guerrilheiro fora atraído para um “ponto” com religiosos dominicanos simpatizantes da ALN e trocara tiros com os agentes que varejavam o local do encontro, foi finalmente morto em 1969 dentro de um carro por disparos da polícia.
O longa-lixo é inspirado na biografia forjada e escrita pelo jornalista Mário Magalhães e aborda os últimos 5 anos de vida do guerrilheiro.
A verdade é que esse ator quer idolatrar um assaltante e baderneiro que foi parado pela honrosa Polícia do Brasil.
Como alguém que assaltou o trem postal pagador da Estrada de Ferro Santos-Jundiaí, assaltou bancos e praticou outros atos de terror político, pode ser idolatrado como algo que preste.
O atual governo seu esquerdista babaca é muito melhor que seu filme lixo.
Ronaldo Aleixo – Diretor do Portal Chumbo Grosso






ESSE ATOR É MAIS UM HIPÓCRITA QUE PERDEU SEUS LUCROS COM A LEI ROUANET