A política em Brasília virou um circo de horrores com roteiro de comédia pastelão. O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) protagonizou um lance digno de nó na cabeça do eleitor: assinou o pedido de CPI contra os ministros Alexandre de Moraes e Dias Toffoli, mas agora correu para o microfone dizer que a comissão é “ilegal” e está “fadada ao fracasso”.
🤡 Assina com uma mão, critica com a outra
Flávio, que foi o 29º a assinar o requerimento, agora chama o autor da proposta, Alessandro Vieira (MDB-SE), de “grande hipócrita”. O argumento do filho do ex-presidente é que não se pode abrir CPI para investigar “crimes comuns” de ministros.
A pergunta que fica no ar é: se é ilegal, por que assinou? Para a plateia do “Chumbo Grosso”, o cheiro é de medo ou de teatro para enganar a base eleitoral que exige fúria contra o STF, enquanto nos bastidores o senador tenta não quebrar as pontes com a Corte.
🔥 O contra-ataque: “Covardia ou Conveniência”
Alessandro Vieira não deixou barato e soltou o sarrafo: questionou o “desespero” de Flávio e mandou a real: o recuo retórico seria por “covardia ou conveniência” para proteger os ministros.
Enquanto isso, Eduardo Bolsonaro entrou na briga chamando Vieira de “cínico”, e ouviu de volta um sonoro: “Vai curtir o Mickey e deixa quem trabalha em paz”, em alusão à turnê de Eduardo pelos EUA enquanto o bicho pega no Senado.
📌 O Veredito do Chumbo
No tabuleiro de 2026, Flávio tenta se equilibrar na corda bamba:
- Quer o voto do conservador que odeia o STF.
- Não quer a fúria do STF que tem processos contra sua família.
O resultado? Um apoio “fake” que dá a munição, mas tira a pólvora. É o famoso “morde e assopra” que o eleitor já está cansado de ver.





