✈️ GARANTINDO MAIS UM DOADOR PARA O AVIÃO OU PINTOU UM CLIMA? Malafaia esquece críticas e decola com Flávio Bolsonaro.

Quem te viu, quem te vê! O mundo da política gira mais rápido que hélice de turboélice. Neste domingo, 3 de maio, o pastor Silas Malafaia e o senador Flávio Bolsonaro posaram para a foto oficial do “esqueci o que eu disse”. O abraço, registrado nas redes sociais, selou uma paz que, há poucos meses, parecia impossível — ou será que foi apenas aquela vontade de garantir mais um doador para a compra do avião novo?

Para quem não lembra, entre dezembro de 2025 e janeiro de 2026, Malafaia não poupou veneno:

Naquela época, o tom do pastor foi de puro sermão, enfatizando categoricamente que o Brasil não era um “negócio de família” e que a pré-candidatura de Flávio Bolsonaro não possuía “musculatura” política nem “empolgava” a base direitista. Malafaia chegou ao ponto de acusar o senador de oportunismo, alegando que ele teria se aproveitado da “fragilidade emocional” de Jair Bolsonaro após sua prisão para forçar um apoio isolado, enquanto defendia publicamente que o nome ideal para 2026 seria o de Tarcísio de Freitas, tendo Michelle Bolsonaro como vice.

O Voo da Reconciliação

Mas, ao que tudo indica, a “imaturidade política” que o pastor via no senador foi curada por um milagre de bastidor. O encontro de hoje sugere que a “musculatura” de Flávio cresceu da noite para o dia — ou talvez o que cresceu foi a necessidade de unir forças para garantir que o novo avião do “ungido” não enfrente turbulências financeiras.

No Chumbo Grosso, a gente pergunta: esse abraço é por convicção ou é apenas medo de ficar sem combustível para 2026? Se o Brasil não é herança, parece que a pré-candidatura agora virou “missão divina”.

E aí, leitor? Você acredita nesse arrependimento ou é só estratégia para o jato decolar com vento a favor? Deixe seu comentário!

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