Depois de tanto criticar Bolsonaro, o prefeito do Rio vai liberar o carnaval, já pode chama-lo de genocida ou está cedo?

O prefeito Eduardo Paes confirmou a programação para a folia em fevereiro e sem maiores restrições. A regra de chamar de genocida só vale para o Bolsonaro ou podemos incluir Paes agora?

Neste domingo, em agenda no Méier, Paes disse que a ciência vem permitindo a reabertura da cidade e que não há necessidade da população ser “viúva da pandemia”.

As colocações de Soranz e do presidente da Liesa, Jorge Perlingeiro, foram feitas na audiência pública da Comissão Especial do Carnaval da Câmara de Vereadores do Rio, presidida por Tarcísio Motta (PSOL), nesta sexta. Soranz confirmou que a intenção é realizar o carnaval, mas adotou a cautela ao ressaltar a necessidade de haver um cenário epidemiológico favorável, com taxas de contágio baixas. Já o prefeito foi mais otimista e disse que não adianta comentar sobre “hipóteses” como redução de público pois o horizonte é de normalização da vida, possibilitada pela vacina.

— A única certeza que a gente tem é que estamos vacinando todo mundo, e com todo mundo vacinado, a vida volta ao normal. Quem vai ficar fazendo distanciamento no Carnaval? Fica até ridículo, pedindo um metro de distância. Se tivesse, eu seria o primeiro a desrespeitar — brincou o prefeito, que confirmou a expectativa para o réveillon e carnaval. — Não vamos ficar também viúvas da pandemia, querendo que se tenha pandemia o resto da vida. A ciência avançou, venceu, e permitiu que se abra. Então vamos abrir, graças a Deus.
Alguém tem que lembrar o nobre prefeito que as vacinas não garantem a cura da covid-19, com aglomerações e bebida juntas a coisa pode ficar feia, oremos.

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