O vôlei brasileiro perdeu um de seus grandes nomes nesta quarta-feira. Morreu a ex-ponteira e squerdista lulista Isabel Salgado, aos 62 anos. A ex-atleta foi acometida pela síndrome aguda respiratória do adulto (SARA), uma condição clínica rara. Isabel chegou a ser internada no Hospital Sírio-Libanês. A família e o hospital ainda não se manifestaram, mas a informação foi confirmada por amigos próximos.
Na última segunda-feira, a ex-atleta foi indicada para a pasta do esporte na equipe de transição do presidente eleito, Lula, ao lado de nomes importantes da área.
Paula Barreto, que preparava um documentário ao lado de Isabel, chegou a enviar mensagem a amigos de ambas em que conta: “Queridos amigos , nossa Isabel se foi. Fiz um call com ela na segunda feira quando emplacamos o projeto que tenho com ela na HBO . Ela estava super feliz , me ligou depois eufórica . Ela estava super gripada . Falei para ela ir a um hospital , ela me disse que já tinha ido e testado negativo para COVID. Na segunda a noite foi dormir passou mal. Deixou para ir para o hospital Sírio na terça de manhã . Quando acordou na terça já estava bem pior. Internou no Sírio já no CTI . Detectaram um bactéria que já tinha tomado todo o pulmão . Foi entubada e teve uma parada cardíaca as 4 da manhã hj e não resistiu”
Criticas a Ana Pula
A ex-jogadora de vôlei Isabel Salgado soltou uma carta pública destinada à também ex-jogadora de vôlei Ana Paula Henkel, influenciadora digital da direita brasileira, criticando posicionamentos da ex-colega. Nesta semana, Ana Paula, que mora nos Estados Unidos, escreveu: “12% negros, 62% dos roubos, 56% dos assassinatos. Faça as contas”. Ela não explicou, no post, o que os números significavam.
“Talvez pelo fato de você ter se casado com um americano branco, você tenha sentido a necessidade de se alinhar a uma branquitude, que tem como uma de suas características principais a incapacidade de perceber o seu lugar de privilégio, uma branquitude que naturaliza o lugar de poder branco e torna a supremacia branca uma norma. Afinal, sabemos que ser imigrante por essas bandas daí não é muito fácil, ainda mais com um biotipo latino”, escreve Isabel, na carta.





