Os candidatos ao Senado Omar Aziz (PSD), Elissandro Bessa (SD), Luiz Castro (PDT) e Coronel Menezes (PL) prometeram usar a arena do debate promovido pelo portal A CRÍTICA de forma propositiva e confrotativa.
O senador Omar Aziz afirmou que o debate realizado no início da noite desta quinta-feira (15) é uma oportunidade para debater temas como emprego e renda.
Ele afirmou que não vai provocar nenhum candidato. Se for provocado, o candidato afirmou que as provocações terão resposta.
Coronel Menezes declarou que será direto nas respostas. Se colocou como alguém franco e que não tem nada para ser escondido.
O candidato do PDT, Luiz classificou o debate como uma oportunidade para o eleitor comparar as trajetórias e biografias dos candidatos.
Castro disse que vai discutir propostas, mas que irá confrontar a fim de mostrar que não enriqueceu na vida pública ou tem conchavos com empresários locais.
O vereador Elissandro Bessa disse que vai propor, mas que também vai mostrar para população que alguns candidatos não deveriam nem se candidatar.
Embate
Os candidatos ao Senado Arthur Neto (PSDB) e Luiz Castro (PDT) trocaram acusações durante o debate de A CRÍTICA. Ao ser interpelado por Arthur sobre suspeitas de corrupção quando foi secretário da Seduc, Luiz Castro lembrou a morte do engenheiro Flávio Rodrigues. Alejandro e Paola Valeiko, enteados de Arthur, chegaram a ser presos na investigação.
A mãe de Valeiko, ex-primeira dama de Manaus, Elisabeth Valeiko reagiu ao comentário de Castro o chamando de “bandido”. Valeiko acompanha o candidato na platéia do debate de A CRÍTICA.
“Candidato Arthur, eu toquei no seu calcanhar de Aquiles de conhecimento de toda a população do Amazonas. Em relação ao caso Dantas, a minha defesa já foi aceita pelo Tribunal de Contas, o próprio Dantas nunca me acusou. Tive a hombridade de sair do governo para me defender fora do poder. Mas em relação ao caso Rafael Alejandro, o senhor não teve essa atitude”, acusou Castro sob gritos de Valeiko lhe chamando de bandido.
Castro reagiu ao protesto de Valeiko afirmando que não “está acusando o filho da primeira dama de ser culpado”. Alejandro Valeiko foi impronunciado pela Justiça. A Justiça entendeu que Valeiko não teve relação na morte do engenheiro Flávio Rodrigues.
Arthur Neto solicitou direito de resposta que foi acatado. O ex-senador se defendeu das acusações dizendo que a Justiça não acatou o argumento de que a máquina da Prefeitura foi usada no episódio.
“Isso é uma das coisas mais indignas que já vi na minha vida porque a Justiça foi muita clara, ele impronunciou o meu enteado. Dizer que estava usando máquina da prefeitura, não. O segurança passa para o outro no outro dia, o carro. “Foi esse o método que a Casa Militar encontrou para nós”, respondeu.
Fonte: A CRÍTICA.





