Manaus — Na reta final da corrida rumo à Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam), o cenário político ganhou contornos de forte disputa nos bastidores. O ex-secretário de Segurança Pública e candidato a deputado estadual, coronel Vinícius Almeida, virou alvo de uma operação de cunho estritamente eleitoral deflagrada nesta quinta-feira (1º/10). Mandados de busca e apreensão foram cumpridos na sede da SSP-AM e em endereços ligados ao candidato.
Diante da movimentação policial, Vinícius adotou uma postura de firmeza e transparência.
Em pronunciamento oficial, o coronel não se escondeu: colocou todas as informações à disposição dos órgãos fiscalizadores e cravou total confiança na Justiça Eleitoral para esclarecer e liquidar qualquer dúvida.
Folha corrida sem mancha e o peso do serviço prestado
Com uma trajetória de 32 anos dedicados ao serviço público e à proteção das famílias amazonenses — período em que exerceu cargos de altíssima responsabilidade sem nenhuma mancha em sua conduta —, Vinícius reforçou que sua história fala por si mesma. “Quem não deve, não teme”, pontuou a defesa do candidato, destacando que a devassa na reta final da eleição levanta sérias suspeitas sobre tentativas de desgaste artificial por parte de opositores acuados nas pesquisas.
Sem abaixar a cabeça, o coronel transformou o cerco em combustível político e mandou um recado direto aos adversários: “Se estão batendo, é porque a gente está crescendo”. Aproveitando o embalo, ele conclamou a militância e os eleitores a manterem o foco firme no projeto político para o próximo domingo (4/10).
Enquanto o Ministério Público Eleitoral conduz as apurações, a aposta da campanha do coronel é clara: blindar a imagem com a força de seu histórico operacional e convencer o eleitor de que tentativas de manobrar o jogo nos tribunais a poucos dias do pleito não vão apagar anos de trabalho prestado ao Amazonas.



