‘Indo e vindo e vindo’, By David Leonhardt

Oleg, 61, after being shot in the leg by Russian forces.Ivor Prickett for The New York Times

O presidente Biden, em um discurso apaixonado de Varsóvia no sábado, proclamou o total apoio do Ocidente à Ucrânia. “Estamos com você, ponto final”, disse Biden.

No dia seguinte, o presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, deu uma mensagem diferente: ele criticou o Ocidente por não fazer o suficiente. Em um discurso gravado em vídeo para os ucranianos, Zelensky contrastou sua “determinação, heroísmo e firmeza” com a falta de coragem dos países ocidentais que se recusaram a enviar jatos e tanques para a Ucrânia.

Em uma entrevista detalhada ao The Economist no fim de semana passado, ele também chamou os EUA e, mais ainda, a França e a Alemanha, por não fazerem mais. “Temos uma longa lista de itens de que precisamos”, disse Zelensky ao editor-chefe do The Economist, Zanny Minton Beddoes, e a um colega durante uma entrevista em um bunker de Kiev.

Quem está certo – Zelensky ou Biden? Hoje, tentarei responder a essa pergunta, com a ajuda dos colegas do Times. Farei isso dividindo o argumento de Zelensky em três categorias. A primeira critica o comportamento do Ocidente no período que antecedeu a guerra. A segunda cobre os pedidos atuais de Zelensky que podem ser mais performáticos do que reais. A terceira trata de medidas que podem ajudar a Ucrânia e que o Ocidente está optando por não tomar.

‘Indo e vindo e vindo’, By David Leonhardt

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