A oposição atingiram o ápice do desespero ao tentar criar uma cortina de fumaça para blindar os verdadeiros culpados pelo rombo bilionário na Seduc. A tentativa pífia de vincular o nome do governador Roberto Cidade às irregularidades apontadas pelo TCE-AM não passa de mau-caratismo jornalístico e fake news deslavada.
Quem entende o mínimo de administração pública e tem um pingo de honestidade intelectual desmascara essa farsa em quatro pontos simples:
- O Rombo é da Merenda do Governo Anterior, não do Transporte!
- Contratos Legítimos e Antigos (Muito antes de Roberto Cidade ser Político)
Os contratos de transporte escolar foram assinados em 2016. Nessa época, Roberto Cidade sequer sonhava em ser deputado estadual. As renovações e aditivos ocorreram porque o serviço é contínuo e essencial: se a empresa para de rodar, os alunos do interior ficam sem estudar. O que foi pago ao longo dos anos foi fruto de trabalho prestado e auditado, não de favorecimento. - Ficha Limpa e Desvinculação Total desde 2018
Roberto Cidade deixou o quadro societário e a administração da empresa em 2018, cumprindo rigorosamente a lei antes mesmo de assumir seu primeiro mandato na Assembleia Legislativa. Ele não gerencia, não assina e não recebe lucros da empresa há quase uma década. - Lição de Ética: Contratos foram suspensos pelo próprio Governador!
A maior prova de moralidade e blindagem contra conflitos de interesse veio do próprio Roberto Cidade. Assim que assumiu a cadeira de governador, ele determinou IMEDIATAMENTE a suspensão e rescisão de todos os contratos da empresa com o Estado, abrindo mão dos prazos vigentes para garantir a total impessoalidade da sua gestão.
Enquanto a matéria tenta desenhar um “escândalo”, a realidade mostra um gestor que cortou na própria carne para não deixar dúvidas sobre a sua honestidade.






[…] Via Chumbo Grosso Manaus […]