E a Ditadura da Toga se inicia, e o alvo é a “Liberdade de Expressão”, o brasileiro pode ficar refém do STF e ser silenciado

Iniciando a ditadura da toga, para calar o direito a liberdade de expressão, aonde o brasileiro pode ficar refém do STF  e ter seu direito de se expressar efetivamente cassado, o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), autorizou as primeiras medidas no inquérito que investiga ofensas a ministros da Corte. As ações estão sendo cumpridas na manhã desta quinta-feira (21) e incluem busca e apreensão nas casas de suspeitos em São Paulo e Alagoas. A investigação corre em sigilo.

Nesta quarta-feira (20), o ministro, que é relator da investigação, indicou dois delegados para atuar no caso. Foram designados para a investigação o delegado federal Alberto Ferreira Neto, chefe da Delegacia Especializada em Repressão a Crimes Fazendários, e o delegado Maurício Martins da Silva, do Departamento de Inteligência da Polícia Civil de São Paulo.

Moraes anunciou ainda que a servidora do Supremo Cristina Yukiko Kusahara vai organizar, dentro da Corte, os trabalhos da equipe responsável pelo inquérito.

O despacho de Alexandre de Moraes que designou os nomes dos primeiros investigadores que o auxiliarão no inquérito permite, oficialmente, o início das investigações.

Na última quinta (14), o presidente do Supremo, ministro Dias Toffoli, anunciou no plenário da Corte a abertura de um inquérito para apurar “notícias fraudulentas”, ofensas e ameaças a ministros do tribunal. Na ocasião, Toffoli informou que Alexandre de Moraes – ex-ministro da Justiça e ex-secretário de Segurança Pública de São Paulo – iria conduzir as investigações.

O inquérito foi alvo de críticas de procuradores da República que atuam na Operação Lava Jato, juristas e até mesmo integrantes do STF. Um dos magistrados mais antigos da Suprema Corte, o ministro Marco Aurélio Mello foi uma das vozes críticas à decisão de Dias Toffoli.

Alvo de buscas

Um dos alvos das buscas em Alagoas nesta quinta, o advogado Adriano Laurentino de Argolo, afirmou não ser o autor de algumas das mensagens que lhe são atribuídas, e que teve contas em redes sociais clonadas.

A Polícia Federal recolheu tablets e celulares na casa dele. “Algumas postagem que me mostraram, não foram minha pessoa que escreveu. As contas foram clonadas”, afirmou Argolo.

Kajuru, além de dizer que o STF sepultou a Lava-Jato ele disse que ofício de Gilmar contra ele é “atestado de idoneidade”

“Um ofício do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Gilmar Mendes pedindo ‘providências’ em relação a declarações do senador Jorge Kajuru (PSB-GO) teve repercussão negativa no Plenário do Senado nesta terça-feira (19). Vários senadores se solidarizaram com Kajuru, que voltou a criticar o ministro do Supremo e classificou o ofício como um ‘atestado de idoneidade’. O caso foi citado em pronunciamentos que cobraram a instalação da CPI dos Tribunais Superiores.”

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